Feeds:
Posts
Comentários

Por hora só vou postar minha apostas que fiz na cédula que tinha no site da Academia mesmo, só pra registrar. Provavelmente farei um post pós-Oscar, esse ano tá muito previsível pra comentar as categorias antes, mas, por isso mesmo, se houverem surpresas, haverá muito o que se comentar dos prêmios.

Clique para ampliar

Hitchcock/Truffaut: Edição Definitiva (François Truffaut e Hellen Scott), Compahia das Letras, 2004.

Um cineasta não tem nada para dizer, tem para mostrar”, François Truffaut

Hitchcock/Truffauf é um registro, um documento caríssimo para a história e para a memória do cinema, sobre a obra de um dos maiores cineastas que já existiram, construído por François Truffaut, um profundo conhecedor da obra do mestre do suspense, e pelo próprio Hitchcock, alguém que realmente entendia que o cinema, antes de tudo, deveria ser cinema, deveria ser visto e não lido, como defendeu Truffaut a respeito das declarações de que os filmes de Hitchcock não tinham nada a dizer.

Uma anedota conta que certa vez perguntaram a Frederico Fellini, a respeito de seus filmes, que mensagem ele queria passar, a isso ele respondeu que sua intenção era apenas fazer filmes, e que quem deveria passar mensagens era o correio. Esse tipo atitude por parte de cineastas mais “artísticos” como Fellini era facilmente aceita pela crítica americana, mas a Hitchcock era negado esse direito, de ser sobretudo cinematográfico, sem que recebesse críticas mesquinhas por isso, talvez pelo sucesso comercial, talvez pela autopromoção, talvez por se preocupar,  a maioria da vezes, em atingir o público, como aponta Truffaut. Ironicamente, por causa dessa enorme injustiça é que temos a oportunidade de ter destrichada, em mãos, a obra de Hitchcock por ele mesmo, instigado por Truffaut, a partir desse livro. A intenção de Truffaut, um extremo, embora crítico, admirador de Hitchcock, era mostrar aos americanos e ao resto do mundo, através de uma extensa entrevista que realizou com o cineasta entre 1962 e 1967, o que os europeus, sobretudo os franceses, já haviam percebido, que Hitchcock era um realizador tão extraórdinário quanto Griffith, Chaplin ou Orson Welles, alguém que dominava plenamente seu ofício, era extremamente minucioso e estava sempre querendo extrair mais da sua arte, alguém que inventava o cinema a cada filme.

Hitchcock não decepcionou Truffaut. Durante a entrevista, mediada pela amiga Hellen Scott, que também auxiliou Truffaut no projeto editorial, os dois cineastas tiveram o que mais pareceu uma conversa franca entre amigos, pode-se perceber a afinadade existente entre os dois, sobretudo, creio, pela propriedade e desenvoltura com que o francês aborda a obra daquele que considerava ser seu oráculo. Ao que parece, os dois, inclusive, se tornaram amigos e passaram a trocar correspondências durante os anos que se seguiram, ainda assim, ou talvez por isso mesmo, Hitch fala de forma muito aberta sobre a sua obra. Sem reservas, conta quais as circunstâncias envolveram cada produção, com quais filmes ficou satisfeito, com quais não, o que pretendia com cada uso que dava ao aparato cinematográfico, quais foram os problemas enfrentados durante sua carreira, qual tipo de história dava um bom hitchcock movie, revela até mesmo quais filmes preferia não ter feito, os problemas com as estrelas e o segredo de várias truncagens e manobras técnicas utilizadas para obter determinadas cenas, entre muitos outros assuntos que nos imerge bastante no universo do cineasta e nos faz compreende-lo muito melhor. Truffaut, mais do que perguntar, faz observações precisas e pontuais sobre aspectos da obra de Hitchcock, que o próprio, por vezes, nem se recorda, garantindo declarações mais amplas do cineasta. O francês também não deixa de questionar suas respostas e escolhas, o que confere uma dinâmica muito rica à entrevista e nunca a deixa ficar massante ou cansativa.

A entrevista percorre uma ordem cronológica e vai desde a infância de Hitchcock, em Londres, passa pelo início da sua carreira na Inglaterra e vai até seu último filme lançado antes da publicação da 1ª edição do livro em 1967, Cortina Rasgada. Possui pouquíssimo conteúdo biográfico, e se dedica mesmo a um estudo da obra do diretor inglês. E o mais importante,  após publicado, conseguiu que Hitchcock fosse enxergado com outros olhos, a importância do cineasta passou ser definitivamente reconhecida. Posteriormente, Truffaut acrescentou mais um capítulo à edição definitiva lançada em 1983, contendo uma pequena entrevista, que realizou quando Hitchcock foi a Cannes em 1972 divulgar seu novo filme, Frenesi, além de análises dos últimos filmes do diretor, trechos de cartas e comentários sobre os últimos anos de Hitch. É interessante notar que em 1983 Truffaut devia perceber que estava perto da morte, pois além de lançar a edição definitiva do livro, o cineasta, que tinha um estilo bem diferente de Hitchcock, embora advogasse várias de suas idéias, rodou um filme claramente inspirado na obra do cineasta inglês. De Repente, num Domingo, último filme de Truffaut, é carregado de referências aos Hitch movies, e foi sua derradeira homenagem ao mestre do suspense.

A edição definitiva brasileira que eu li é de 2004, não sei o quanto se assemelha a versão francesa, mas possui 368 páginas, um prefácio do crítico e teórico de cinema Ismail Xavier, além de um excelente projeto gráfico recheado de ótimas imagens das produções, na maior parte das vezes, e algumas apenas de Hitchcock, ou de Hitchcock com Truffaut e/ou outros. O fato é que é uma experiência incrível ler esse livro que, devo dizer, é uma leitura obrigatória pra quem gosta de Hitchcock ou de cinema, duas coisas que no fim das contas se confundem. Durante todo o livro a nossa curiosidade em relação as obras aumenta proporcionalmente ao conhecimento que obtemos a respeito delas, ora, é claro que conheço algumas, mas são discutidos 53 filmes, mesmo para um aficcionado pelo diretor é difícil alcançar essa marca, por fim, a vontade que temos, claro, é de conferir todos de uma vez só.

Ok, aos 45 minutos do segundo tempo, publico minhas apostas, só pra registro. Não precisa explicar, mas lá vai, na maioria das categorias indiquei quem eu acho que leva, quem eu torço pra levar e quem é uma possível alternativa para o prêmio. That’s it.

Melhor Filme (Drama)
Avatar (leva)
Bastardos Inglórios
(torço)
Guerra ao Terror (alternativa)

Melhor Filme (Musical ou Comédia)
Se Beber, Não Case (torço também e alternativa)
(500) Dias Com Ela
(torço)
Nine
(leva)

Melhor Ator (Drama)
Jeff Bridges, por Crazy Heart (alternativa)
George Clooney, por Amor Sem Escalas (leva)
Colin Firth, por A Single Man (torço)

Melhor Atriz (Drama)
Sandra Bullock, por O Lado Cego (leva)
Carey Mulligan, por Educação (alternativa)

Melhor Ator (Musical ou Comédia)
Robert Downey Jr., por Sherlock Holmes (alternativa)
Joseph Gordon-Levitt, por (500) Dias Com Ela (torço)
Michael Stuhlbarg, por Um Homem Sério (leva)

Melhor Atriz (Musical ou Comédia)
Meryl Streep, por Julie &Julia (leva e torço)
Sandra Bullock, por A Proposta (alternativa)

Melhor Ator Coadjuvante
Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios (leva, torço e não quero nem pensar numa alternativa)

Melhor Atriz Coadjuvante
Mo’Nique, por Preciosa – Uma História de Esperança (leva)
Julianne Moore, por A Single Man (torço)
Vera Farmiga, por Amor Sem Escalas (alternativa)

Melhor Diretor
James Cameron – Avatar (leva)
Kathryn Bigelow - Guerra ao Terror (torço e alternativa)

Melhor Roteiro
Amor Sem Escalas
(alternativa)
Bastardos Inglórios (torço)
Guerra ao Terror (leva)

Melhor Canção Original
Cinema Italiano - Nine (torço)
I See You – Avatar (leva, argh)

Melhor Trilha Sonora

Up - Altas Aventuras
(alternativa – ficaria feliz também)
Onde Vivem os Monstros (torço)
Avatar (leva, e merece)

Melhor Filme Falado em Língua Estrangeira
Abraços Partidos (alternativa improvável)
A Fita Branca (leva)

Melhor Animação
Up - Altas Aventuras (leva, damn)
O Fantástico Sr. Raposo (alternativa e torço por não ser Up)

Melhor Série de TV (Drama)

Dexter
(alternativa)
Mad Men (leva, torço e merece MUITO)

Melhor Série de TV (Musical ou Comédia)
Glee
(alternativa)
Mordern Family (torço)
30 Rock (leva)

Melhor Minissérie ou Filme Produzido Para a TV
Grey Gardens
(leva, quer dizer, não faço idéia)

Melhor Ator em Minissérie ou Filme Produzido Para a TV (Drama)
Kevin Bacon, por Taking Chance (leva)
Brendan Gleeson, por Into the Storm (alternativa)

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme Produzido Para a TV (Drama)
Drew Barrymore, por Grey Gardens (leva)
Jessica Lange, por Grey Gardens (alternativa)
Sigourney Weaver, por Prayers for Bobby (torço)

Melhor Ator em Série de TV (Comédia ou Musical)
Alec Baldwin, por 30 Rock (leva e torço)
Steve Carell, por The Office (alternativa feliz)
Matthew Morrison, por Glee (alternativa lamentável)

Melhor Atriz em Série de TV (Comédia ou Musical)
Toni Collette, por United States of Tara (leva e torço)
Edie Falco, por Nurse Jackie (alternativa)

Melhor Ator em Série de TV (Drama)
Michael C. Hall, por Dexter (alternativa)
Jon Hamm, por Mad Men (leva)

Melhor Atriz em Série de TV (Drama)

Gleen Close, por Damages (leva e torço)
January Jones, por Mad Men (alternativa feliz)

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme Produzido Para a TV
William Hurt, por Damages (alternativa)
John Lithgow, por Dexter (leva e torço)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme Produzido Para a TV
Jane Lynch, por Glee (leva e torço)
Chlöe Sevigny, por Big Love (alternativa)

Where The Wild Things Are – EUA, 2009 – Direção: Spike Jonze

O que pode ser mais fascinante do que a imaginação de uma criança? Essa pode facilmente ter sido a indagação que levou Spike Jonze a adaptar para o cinema o livro de Maurice Sendak, de título homônimo ao do filme. A imaginação de uma criança se enquadra no que parece ser uma área de particular interesse do diretor, a mente humana. Nos seus dois únicos, mas muito significantes, filmes anteriores, encontramos essa característica em comum que é explorada de forma brilhante. Até então, poderia se dizer que isso ocorria apenas por influência do roteirista que escreveu os roteiros de seus dois primeiros longas, Charlie Kaufman, mas no caso de Onde Vivem Os Monstros o roteiro foi escrito pelo próprio Spike e por David Eggers (Away We Go), sem a colaboração de Kaufman. Ainda assim, o filme guarda bastantes similaridades com suas obras anteriores, e nem é preciso dizer que a qualidade é uma delas, provando que considerar Jonze um dos únicos auteurs do cinema contemporâneo não é nenhum absurdo.

Em Onde Vivem os Monstros nos é apresentado Max (Max Records) – a mim foi apresentado não só o personagem, como também o ator – um garoto de aproximadamente 10 anos de idade que mora com a sua mãe e irmã, mas possui todo um mundo particular dentro e fora de casa, onde ele constrói um “iglu”, inclusive. De qualquer forma, o diretor faz questão de esclarecer que ele não é uma criança reclusa ou antissocial, mostrando-o brincando com seus colegas de escola em determinada passagem, ainda que haja um trecho em que converse com uma cerca, ele não é nada mais que uma criança inventiva.  Apesar de ser adorável, Max se enfurece fortmente quando chateado, numa dessas crises de fúria ele apenas vandaliza o quarto da irmã por seus amigos terem destruído seu iglu e ela não ter feito nada, na outra, chateado com a mãe (Catherine Keener), e após te-la machucado, ele foge de casa, em sua peculiar fantasia de lobo, e acaba por encontrar a terra onde vivem os seus próprios monstros.

Quando entramos nessa terra é como se começasse outro filme, agora sim entramos de verdade no mundo de Max, que acaba sendo um refúgio para o garoto. É um mundo encantador, recriado de modo tecnicamente perfeito, os cenários são extremamente realistas, apesar de fazerem parte  da imaginação de uma criança e de, possivelmente, ter sido usado em sua confecção recursos digitais. Assim como acontece com os monstros, que não são tão assustadores quanto poderíamos supor, mas, na verdade, se assemelham ao próprio garoto e  à percepção que ele tem das pessoas à sua volta. A primeira vista, os monstros podem parecer bonecos como os da TV Colosso, mas logo perdemos essa impressão quando temos a chance de observá-los mais de perto e notar o quão real são suas expressões, que foram animadas digitalmente, mas também têm sua força potencializada pelas interpretações vocais de atores como James Gandolfini, Paul Dano e Forest Whitaker. Os monstros chegam quase a serem humanos e, podemos dizer, possuem os mesmos anseios e temores que o pequeno Max.

É óbvio que a fotografia que registra todo aquele ambiente, que não é muito mais que um bosque, em tons tão instigantes e, por vezes, tão belos que chegam a emocionar, assim como toda a louvável parte técnica restante, que já foi elogiada, auxilia-nos a adentrar naquele mundo e nos envolver com a jornada do garoto com seus Monstros. Mas verdadeiramente, o que nos cativa e encanta no filme é o próprio garoto, que é um personagem, que embora infantil, é extremamente bem construído e interpretado de forma bastante genuína pelo jovem Records,  e seus Montros, por guardarem tantas nuances da sua personalidade, são personagens tão verdadeiros e cativantes como ele, o que acaba deixando fácil a tarefa imergir, sem restrições, naquele mundo que é pura fantasia.

Durante pouco menos de duas horas, Jonze nos convida a ser criança de novo, não só por contar a jornada de um garoto que aprende um pouco mais sobre si nessa pequena fábula, mas por nos apresentar um mundo e personagens que encantam de modo tão verdadeiro, que, por um momento, só podemos imaginar que somos crianças outra vez. Em tempos de Avatar, o diretor demonstra que nem são precisos tantos milhões, nem tanta tecnologia, ou mais de duas dimensões para o espectador sentir-se absorvido por uma trama e totalmente imerso em um cenário alheio. A Pandora de Cameron que me desculpe, mas eu quero habitar, pelo menos por algum tempo, onde vivem os monstros.

nota. 10

Como em outros anos, não vi uma quantidade enorme de filmes em 2009, e dos que vi esse ano, muitos não eram lançamento, ainda assim, contrariando o bom senso, resolvi elencar os 10 melhores filmes que vi lançados no Brasil em 2009. Portanto, se notarem alguma ausência muito absurda é porque foi algo que não conferi, mas já vou dizendo que Quem Quer Ser Um Milionário? não figura na lista por escolha mesmo, vi o filme, gostei, mas não acho  um dos 10 melhores de 2009.  Uma coisa boa de não ter visto tanta coisa foi que passei longe das maiores bombas,  não conseguiria talvez fazer um top dos piores do ano, sendo que o pior lançamento que vi foi Watchmen. Não foi um ano espetacular, com obras primas, mas foi agradável pra mim, de qualquer forma, espero conferir mais longas no próximo ano. Uma última consideração, esses filmes estão quase todos no mesmo patamar pra mim, foi terrível decidir a ordem de preferência.

the wrestler

10 – de Darren Aronofsky, O Lutador

09 – de David Fincher, O Curioso Caso de Benjamin Button

08 – de John Patrick Shanley, Dúvida

Sean as Milk

07 - de Gus Van Sant, Milk

06 – de Ron Howard, Frost/Nixon

05 – de Marc Webber, 500 Dias Com Ela

The Hangover

04 – de Todd Phillips, Se Beber, Não Case

03 – de James Cameron, Avatar

02 - de Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios

01 – de Thomas McCarthy, O Visitante

Agora sim! Então, quando vi esse meme, achei super legal, o Jeff , do receio de remorso, me mandou e fiquei feliz em fazê-lo, mas foi difícil. Deu vontade de escolher bem mais que 13 vozes. Acabou que adotei o seguinte critério: escolhi as vozes e as músicas, que realmente marcaram minha vida, ou um período dela. Vozes que fizeram a diferença na minha ‘formação’ musical, digamos assim, que simplesmente despertaram meu interesse pra algum tipo de música, ou que estiveram presentes em momentos marcantes. A respeito das músicas, não deu pra ser honesto com todas, do Legião Urbana, por exemplo, a música que eu escolhi não foi a do grupo que mais marcou minha vida, no sentido de ter marcado uma época da minha vida, mas sim a que resistiu ao tempo, ou seja, é uma que ainda me remete coisas, tive que fazer assim, pois se não nem incluiria uma banda que realmente teve um espaço importante na minha vida.  Por outro lado, foi muito difícil escolher uma música só para certas vozes que estão aí. Sem mais delongas, essas são as 13 vozes da minha vida, quer dizer, acho que são:

a ordem é meio aleatória


Paul McCartney/ The Beatles - Let It Be

Amy Winehouse – You Know I’m No Good

Brandon Flowers/ The Killers – Mr. Brightside

Frank Sinatra - My Way

Chris Martin/ Coldplay – Shiver

Louis Armstrong – La Vie En Rose

Rodrigo Amarante/ Los Hermanos – Retrato Pra Iaiá

Imogen Heap – Hide and Seek

Tom Chaplin/ Keane - Leaving So Soon

Chico Buarque – Apesar de Você

Renato Russo/ Legião Urbana – Vamos Fazer Um Filme

Roberto Carlos – Além do Horizonte

Finn Andrews/ The Veils – Advice For Young Mothers to be


É isso, outras vozes que quase entraram nessa seleção: Elvis Presley, com I Just Can’t Help Believing; Gene Kelly, com Singing in the Rain; Dave McCabe, do The Zutons, com Confusion; Carla Bruni, com Quelqu’un m’a dit e Nina Simone, com I Wish I Knew How It Would Feel to be Free. E mais algumas talvez, na verdade xD

Tenho que indicar alguém, né? Acho que dos blogueiros que eu conheço só sobrou o Felipe, do Indubitavelmente, então quero saber quais são as vozes da vida dele, já sei que vai ter Green Day. :P

Agora sim! err…

Então, acho que isso é o mais próximo que esse blog vai ficar do que eu quero, ou não, mas é isso, está feito, eu tenho um blog! \o/ Não que isso signifique muito, mas pra alguém que relutou tanto em criar um, isso aqui é sim alguma coisa. To meio perdido ainda, mas tá feito, tem cara de blog, né? Não me reconheço como um blogueiro, mas to aqui.

Esse blog nasceu meio prematuramente, sempre tenho muito a dizer, falo absurdamente muito, e a maior parte das vezes falo isso bem alto, basta perguntar às pessoas que convivem comigo, mas tenho dúvidas se consigo escrever de forma suscinta o que penso. Ainda estava amadurecendo a idéia, a falta de tempo, que era o principal fator para não ter um blog,  não existe mais, creio que terei férias com muito tempo de sobra, apesar de ter me comprometido a ler vários livros. Ainda assim, estava pensando se seria relevante criar um blog, se eu tinha mesmo algo interessante a dizer, se mais blogs são necessários, se eu conseguiria me expressar bem sobre as coisas que mais gosto (isso é sempre uma dificuldade), de qualquer forma, apesar de estar me convencendo a criar um blog mesmo com todas essas dúvidas e poréns, ainda queria pensar melhor sobre como fazer isso, e talvez, daqui a algumas semanas, começar a escrever. Mas acabou que por um desses ataques de impetuosidade (que apesar de característicos do meu signo, são raros em mim), criei esse blog, e um pouco por culpa do Jeff também, que sempre fez um pouco (muito) de pressão pra eu fazer isso xD Espero não decepcioná-lo.

Outro fator que me incentivou a criar o blog, e também me incentivará a criar meu primeiro post de verdade, que seguirá esse,  foi o meme sobre as 13 vozes da minha vida,  que o Jeff  postou no receio de remorso e me mandou. A proposta de destacar as 13 vozes mais marcantes da minha vida certamente foi o que faltava pra esse blog nascer. Por isso, o blog de um cinéfilo e estudante de cinema, começará, ironicamente, com um post sobre música, assim que ele conseguir descobri quais são as tais 13 vozes mais importantes, já que sua vida foi marcada por muitas vozes.

É isso, se tiverem sugestões, críticas, se acharem que isso uma péssima idéia, ou o que quer que desejem expressar, comentem aí, até porque, como disse no meu olá aqui embaixo, isso é um mundo completamente novo pra mim, que estou aos poucos começando a gostar =D [o início de tudo não foi fácil, ok?]

Até o próximo post.

Olá

Nunca pensei que fosse ter um blog, essa idéia só me ocorreu há pouco tempo. Gostaria de escrever um pouco sobre as coisas que mais gosto, ou pelo menos sobre as que acho mais interessante, inevitávelmente devo escrever mais sobre cinema, mas não queria resumir o blog a isso. Não sei ao certo o que vai ser disso aqui, é um mundo completamente novo pra mim, gastei horas pra fazer coisas básicas, me senti um analfabeto digital, pois a única coisa que eu sabia fazer bem em um blog era ler. Pode ser que dure uma semana, pode ser que dure anos, vou ver como eu me saio, desejem me sorte. Isso não é bem um post de apresentação, o blog está longe de estar do jeito que eu quero, pretendo aprender a deixar tudo melhor quando tiver com mais tempo e paciência, isso é só um óla, uma pré-apresentação, de um pré-blog. I Don’t know what I’m doing, but I’m doing it. =)

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.